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Opinião da cinéfila on-line

Se você ama cinema e adora registrar o que assistiu, além de acrescentar uma nota de qualificação e colocar a sua opinião sobre o que achou do filme, há alguns aplicativos para isso, como o Letterboxd e MateRate. Assim, você carrega sua diário cinematográfico no bolso e pode interagir com outras pessoas.

Rede social cinematográfica

O Letterboxd nada mais é do que uma rede social sobre filmes. Nele, você anota o que já assistiu, faz avaliações e críticas, interage com outros usuários, monta lista do que quer assistir e pode colocar os filmes que mais gostou no seu perfil. O MateRate é um app brasileiro que te ajuda a encontrar o que assistir de acordo com as plataformas de streaming as quais você tem acesso, tanto para filmes como séries.


Imagem do aplicativo Letterboxd. Fonte: www.letterboxd.com.br

Os gostos de quem vos fala

Eu não poderia falar sobre cinema sem gostar ou entender do assunto. Como eu uso o app Letterboxd há muito tempo, vou falar um pouco sobre os filmes que me conquistaram e que estão na aba de favoritos no meu perfil do app. Segundo os meus registros no app, já assisti 1.569 filmes, o que pode ser pouco para alguns e muito para outros. Mas vamos ao que interessa... Os filmes!


Lost In Translation

Ou em português, Encontros e Desencontros, lançado em 2004, com direção de Sofia Coppola. O filme aborda a solidão do homem de forma sensível e que nos faz pensar sobre as relações que temos. A temática que dá a linha do filme, como diz o título em português, nos faz refletir sobre nós mesmos, aqueles que conhecemos e desconhecemos. Às vezes, aquela pessoa que você encontra na fila no banco pode ser alguém com mais conexão a você, do que aquele amigo de infância que acredita te conhecer 100%, além de dizer que o destino brinca com as pessoas ao ponto de se perguntar: mas porque te conheci ou te encontrei aqui e agora? O clipe da música Lost In Japan do cantor Shawn Mendes é inspirado no filme.


Cena do filme Encontros e Desencontros, 2004 Fonte: www.medium.com

La La Land

La La Land – Cantando Estações, lançado em 2017, com direção de Damien Chazelle. O título em português também define muito bem o filme; afinal, os capítulos dele são divididos pelas estações, o que corresponde ao emocional de seus protagonistas. Tal filme foi usado como objeto de estudo da minha monografia e, diante das pesquisas, eu acreditva que o filme falava sobre amores líquidos, termo conceituado pelo filósofo e sociólogo Zygmunt Bauman (1925 – 2017). Mas, ao longo dos estudos, entendi que o filme fala do amor pelo próprio cinema. O diretor trouxe a nostalgia de grandes filmes hollywoodianos, como Cantando na Chuva (Singin’ in the Rain) de 1952 e alguns musicais franceses do diretor Jacques Demy (1931 – 1990) para dentro do filme.


Cena do filme La La Land – Cantando Estações, 2017 Fonte: www.adorocinema.com

Call Me By Your Name

Em português, Me Chame Pelo Seu Nome, lançado em 2018, com direção de Luca Guadagnino. Um filme de fazer qualquer um chorar, principalmente com a cena final, sobre a qual não darei spoilers. O filme também usa a temática de encontros e desencontros; eu diria que fala mais sobre amores de verão e descobertas sobre o ser; talvez de amores improváveis e impossíveis por questões de idade e geografia. A reflexão que caminha, até certo ponto, junto com Lost In Translation, na questão de encontros e desencontros, mas que sai da curva quando se fala de solidão. Às vezes, vale mais viver um amor verdadeiro que não dure a eternidade, do que nunca ter vivido um. O filme é baseado no livro com o mesmo nome.

Cena do filme Me Chame Pelo Seu Nome, 2018 Fonte: www.adorocinema.com

The Rocky Horror Picture Show

Por fim, o musical The Rocky Horror Picture Show, lançado em 1975, com direção de Jim Sharman. Um musical de horror estonteante que satiriza e homenageia os filmes clássicos de terror, além de trazer a narrativa da liberdade sexual, com um protagonista travesti. O filme está presente como referência no livro e filme As Vantagens de Ser Invisível (The Perks of Being a Wallflower), de 2012 e no episódio 5 da segunda temporada da série Glee (2009 – 2015).



Cena do filme The Rocky Horror Picture Show, 1975 Fonte: www.adorocinema.com

Autor:

Isabely Pignonato

Jornalista e Roteirista


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